segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Uma mulher bonita deve ter bigode - tatuado





"Os Ainu são um povo que vive na ilha de Hokkaido, no Japão, e noutras ilhas próximas do Japão (mas actualmente sob administração russa). Um dos dos seus costumes tradicionais consistia em tatuar um bigode nas mulheres. Sem ele não eram consideradas nem bonitas nem suficientemente maduras para casar.
O Estado japonês começou a reprimir esse costume no último quartel do século XIX. Apesar disso, em pleno século XX algumas mulheres Ainu continuavam a tatuar um bigode."


Informação retirada do site: Caderno De Sociologia  

Moda no Antigo Egipto

No Antigo Egipto símbolos como beleza e luxo, sempre foram características importantes no seu povo. Mesmo os mais pobres gostavam de usar uma série de adereços para marcar as suas relações sociais e do dia-a-dia.

Fig.1 - Vestuário Egípcio

Os faraós eram vistos como extravagantes, pois usavam bastantes metais e maquilhagem.

Homens
No Antigo Egipto, os homens de todas as classes sociais usavam uma espécie de saia curta.

Os calçados egípcios eram assim formados: da ponta da sola partia uma correia que passava entre o primeiro e o segundo dedo do pé e se reunia no peito do pé a outras correias que formavam uma espécie de nó, e apertavam no calcanhar.

Alguns egípcios usavam um vestido de linho pregueado, decotado e modelando o tronco. As mangas, também muito curtas, estreitavam igualmente. Eles atavam sobre o vestido um cinturão largo, feito de um lenço plissado e este dispunha-se de modo a formar uma espécie de avental triangular. O vestuário de gala era complementado com o uso de uma grande peruca frisada. Como adereço, usavam as jóias, colares, um gorjal(parte da armadura que protege o pescoço) , peitorais de cadeias duplas, pulseiras, braceletes e sandálias.

Mulheres 
As mulheres egípcias usavam uma camisa muito fina e, sobre a mesma, um vestido branco, plissado e transparente. O vestido unia-se sobre o seio esquerdo, descobria o seio direito, abria abaixo da cintura e descia até os pés. As mangas dos vestidos eram decoradas com franjas e os antebraços ficavam despidos. 

Os pulsos femininos exibiam pulseiras que podiam ser rígidas, ou formadas por duas placas de ouro trabalhado unidas por duas dobradiças. Os anéis também eram comuns.

A peruca era objecto de uso obrigatório comum num traje de cerimónia. Além da cabeça, tapava as costas e as espáduas.

Na cabeça, usavam um diadema (espécie de tiara) de turquesa, usavam também um cone. Não se sabe qual era a sua composição. Esse cone não era usado apenas pelas mulheres, os homens portavam cones semelhantes em algumas situações.


Experiência animal

     A maior parte das grandes empresas de cosméticos e artigos de higiene pessoal fazem testes em animais. 
     O método "Draize" é um dos mais utilizados e baseia-se na aplicação directa dos produtos nos olhos de animais conscientes, para saber se são prejudiciais, ou não, ao homem. Não é dada nenhum tipo de anestesia de forma a diminuir a dor, pois isso poderia interpor-se nos resultados dos testes.
     No entanto, a cultura de células artificiais consegue prever estes resultados, provando assim que este método além de inútil, é extremamente cruel, causando grande sofrimento aos animais e tendo como consequência a perda de visão dos mesmos utilizados.
    Outros métodos usados incluem: a aplicação de produtos químicos na pele rapada dos animais e a ingestão de produtos tóxicos.
     Este método é designado por "Teste de Dose Letal", e consiste em determinar a dose de produto que é necessária para matar uma percentagem de animais forçados a ingeri-lo.
     Devido à coacção dos consumidores um número crescente de empresas está a substituir os animais por tubos de ensaio, programas de computador, voluntários humanos, pele humana artificial, produtos naturais e inofensivos e outros métodos que certificam que os seus produtos não são nocivos às pessoas.
     Dada a questão que são os humanos os consumidores de produtos cosméticos, é errado a utilização dos animais para experiências dos mesmos.
     Todos os dias existem animais que são aprisionados e torturados em nome da beleza e do dinheiro.
     A pressão do consumidor é a melhor maneira de acabar com torturas desnecessárias, ao utilizar produtos que não são testados em animais está a contribuir para o FIM destas situações.



Fig.1 Cartaz publicitário contra os testes cosméticos em animais


Resumo das grandes marcas que testam em animais:
  • Church & Dwight (Close-up), Coty (Adidas, Glow, Joop!, Lancaster, Rimmel), Johnson & Johnson (Aveeno, Clean & Clear, Listerine, Lubriderm, Neutrogena, Rembrandt, ROC), L’Oréal U.S.A. (Biotherm, Cacharel, Garnier, Giorgio Armani, Helena Rubinstein,Lancôme, Matrix Essentials, Maybelline, Ralph Lauren Fragrances, Redken, Soft Sheen, Vichy), Playtex Products (Banana Boat), Procter & Gamble Co. (Clairol, Cover Girl, Crest, Gillette, Giorgio, Iams, Max Factor, Pantene, Physique, Tide) e Unilever (Axe, Dove, Helene Curtis, Lever Bros., Suave).
Resumo das grandes marcas que NÃO testam em animais:
  • Avon, Chanel, BeneFit, e.l.f Cosmetics, Clarins, Clinique, Estée Lauder, John Paul Mitchell, LUSH, M.A.C. Cosmetics, Mary Kay, Nivea, NYX Cosmetics, Revlon, Sephora, Smashbox Cosmetics, St Ives, Too Faced Cosmetics, Urban Decay, Victoria's Secret & Wet'n'Wild.



Fig.2  Cartaz publicitário contra os testes cosméticos em animais