segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Ideal de Beleza - Brasil

   Embora o Brasil seja o nosso “país irmão”, existe uma grande discrepância entre o nosso ideal de beleza e o deles.
    As pessoas do Rio de Janeiro tem mais à vontade, no que diz respeito ao corpo, uma vez que, na praia existe pessoas de todos os tamanhos e formas com bikinis muito reduzidos. E transmitem uma imagem de felicidade pelo corpo que tem. Contudo, não é bem assim, visto que, o Brasil é a capital das cirurgias plásticas, fazendo mais cirurgias do que em toda a Europa. As pessoas vêm um problema no seu corpo e tentam corrigi-lo a todo o custo, cada individuo faz várias cirurgias, gastando grandes fortunas, até as mulheres que não têm possibilidades para as fazer, são capazes de abdicar da possibilidade de ter uma vida melhor em prol da beleza, ainda por cima os cirurgiões oferecerem descontos para pessoas que não têm possibilidades para pagá-las. 
   Existe uma grande pressão para as mulheres terem uma certa aparência e este pensamento é passado de geração em geração.
    Apesar deste ideal de beleza, que no ponto de vista europeu é absurdo, os brasileiros por vezes, em vez de fazerem depilação ao corpo, substituem-na por o Banho de ouro, ou seja aclareiam os pêlos do corpo, opondo-se com o nosso país.
The Price of Beauty

Evolução da moda - 1920

Durante os anos vinte, as mulheres começavam a copiar as roupas de personalidades famosas.
Usavam-se os vestidos um pouco mais curtos e elegantes, deixando mostrar os braços e costas e eram na maioria das vezes trabalhados em seda. Foi nesta época que também foi criado o vestido preto. As meias eram usadas em tom da pele, sugerindo-se a nudez das pernas. Era muito frequente usar-se sapatos de salto alto e lenços em volta da cabeça.

Quanto ao visual, o cabelo era usado bastante curto e com franja, de forma a conseguir usar-se o chapéu (o mais utilizado era quase até à linha do olhar), este era um dos acessórios mais importantes, embora só pudesse ser usado à noite. Os lábios eram pintados de cores escuras e os colares de pérolas eram um acessório permanente na toilette.
Para conseguir atingir a estatura exacta (a magreza e a ausência de curvas) e usar este tipo de vestuário, a mulher recorria à nicotina (os cigarros foram bastante marcados nesta época), ao ópio (seiva das papoilas) e à dieta. Assim conseguiam pertencer à alta sociedade.
Estes costumes perduraram até 1929. 


Evolução da Beleza - 1910

No final do século XIX e início do século XX houve uma mudança do papel da mulher na sociedade, vista anteriormente como um ser que precisava da protecção do marido. Porém, com a colisão das guerras mundiais a mulher começou a ter uma certa autonomia.
    Desta forma os movimentos feministas influenciaram a maneira de vestir das mulheres, uma vez que, no princípio do século XX, as bainhas das saias subiram até aos tornozelos, eram justas e caíam a direito. Começaram, da mesma forma, a aparecer as saias – calças, primeiramente, em Paris em 1906, e somente em 1920 é que as mulheres largaram o espartilho e adaptaram o soutien.
       Em relação ao visual tiveram de optar por um look mais simples, onde o cabelo encurtou, e a maquilhagem era mínima. Contudo foi nesta altura que surgiu pela primeira vez o pó de arroz (uma espécie de blush) inventado por Helena Rubinstein. 

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Moda na adolescência

    A moda é um aspecto importante na vida dos jovens. Para os adolescentes, a moda é acima de tudo uma forma de afirmarem-se na sociedade, deixando-os adquirir uma nova identidade que posteriormente irá levar à integração num grupo podendo ir de emo a hippies demonstrando assim pela primeira vez os seus ideais e reflectindo a sua personalidade.
    Actualmente os jovens seguem as tendências das celebridades para atingir um certo “ideal de beleza”, demonstrando que a moda tem um grande impacto nas suas vidas. Desta forma os adolescentes são os mais influenciáveis pelos meios de comunicação, ou seja, Internet, televisão, revistas e jornais.